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sábado, 24 de dezembro de 2011

"Semente ou Buquê?"


TEXTO: João 15.12: “O meu mandamento é este: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

O que preferiria ter: um buquê de flores ou um pacote de sementes? Provavelmente, a maioria de nós escolheria o buquê, mas, se você for líder, perceberá as limitações das flores colhidas, não importa quanto elas forem belas, e estará mais apto a gastar seu tempo reunindo, selecionando e plantando sementes. Abraão Lincoln teria sido coberto de flores se tivesse concordado com os pedidos dos proprietários de escravos, mas escolheu plantar semente de liberdade, tornando-se um líder de todos os tempos.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

ABERRAÇÃO: IGREJA PEDE NA JUSTIÇA DIREITO DE USAR MACONHA NOS CULTOS




A Igreja do Universo, com sede no Canadá, entrou em uma disputa judicial para ter o direito a utilizar maconha com fins religiosos. Representada pela figura de Christopher Bennett, Sacerdote da igreja, a disputa começou em 2009, quando Bennett enviou uma carta ao ministro da saúde solicitando que a erva fosse incluída como item de prática religiosa na lei que regulamenta o uso de substâncias controladas.
Recentemente, o Juiz Michel Shore divulgou decisão contrária às solicitações feitas por Bennett, afirmando que não foi provado que a maconha tenha “qualquer ligação com a religião”. Bennett afirma que em seus estudos, chegou à conclusão que a cannabis sativa (nome científico da erva) seja uma forma de consciência coletiva, uma manifestação divina. Ele publicou três livros sobre o assunto e garante usar maconha em rituais religiosos há mais de vinte anos. Curiosamente, o juiz Michel Shore também tem livros publicados sobre religião e espiritualidade.www.MidiaGospel.Com.br.br / www.estudosgospel.com.br / www.centraldepregadores.com.br Hoje com 49 anos, o defensor da erva afirma que passou a frequentar a Igreja do Universo em 1990, quando em uma de suas sessões recebeu uma revelação da própria maconha de que na verdade, a cannabis não era uma droga, mas sim, a árvore da vida mencionada no Apocalipse.
Em seu argumento, Bennett relacionou diversos casos de religiões que, ao longo do tempo, utilizaram a maconha em seus rituais, como forma de alcançar um nível superior de espiritualidade. O juiz Shore, reconheceu que apesar dos fatos históricos listados, Bennett não conseguiu provar a relevância da maconha para uma religião, e entendeu que a legislação do Canadá não poderia privilegiar os adeptos de uma seita. No Canadá, a maconha é permitida para fins medicinais, com uso controlado por meio de prescrições médicas, e em relação a isso, o juiz entendeu que nesses casos, a erva é utilizada para proteger a segurança e a saúde pública. Inconformado com a decisão, Bennett afirmou que tratava-se “claramente de uma discriminação religiosa”. O sacerdote da Igreja do Universo é dono de uma loja que comercializa ervas místicas e também colabora com um site que divulga conteúdo ligado à maconha. No processo, segundo o Gospel Prime, Bennett inseriu uma pesquisa feita no Google, e afirmou que os termos “Jesus” e “maconha” aparecem em diversos conteúdos ligados à religião. As doutrinas da Igreja do Universo defendem que a maconha é citada na Bíblia em diversas passagens, e que por uma tradução errada, teria sido omitida nos escritos. Uma dessas passagens bíblicas que a igreja contesta, é a de Êxodo 30:23, onde é mencionado uma quantidade de cálamo para a unção dos sacerdotes. Nesse ponto, as doutrinas defendidas por Bennett indicam que o termo cálamo é resultado da tradução errada de “Kaneh-Bosum”, e que o correto seria “cânhamo”, um outro nome dado à maconha. Baseados nisso, afirmam que Jesus e seus discípulos usaram maconha para ungir e curar enfermos. Christopher Bennett e a Igreja do Universo irão recorrer da sentença, para garantir que seus rituais continuem sendo praticados de forma intensa e completa.



Fonte: Gospel+

sábado, 3 de dezembro de 2011

REFLEXÃO SOBRE O NATAL

Refletindo Sobre o Natal


Cartão de Natal 2011 "Pintores com os pés"



Wilma Rejane


Dezembro  chegou e apesar de todas as criticas sobre comemorar ou não o Natal, armar ou não árvore ,  considero essa uma das épocas mais lindas do ano! Sinceramente não vivo esses dilemas de criticar os símbolos e condenar as decorações.
É fato: O sentido da data, através dos anos, perdeu a essência cristã e assumiu aspecto comercial. Isto sim, incomoda. A verdadeira comemoração está ligada ao espírito, ao aniversariante que é Jesus e não aos brinquedinhos eletrônicos e tantas outras mercadorias cujas vendas disparam!


Compreendo que o clima de congratulações e de festa, requer demonstrações de afeto, mas não necessariamente afeto material. O amor precisa está presente nos relacionamentos o ano inteiro, de mãos cheias, ou vazias. Bolso igualmente. Eis o melhor presente: Amor. Esse não tem preço, não decora ruas e avenidas, mas corações, vidas!

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos. Antoine de Saint-Exupéry


E essa dificuldade do homem carnal perceber a beleza do invisível que brota no coração bondoso que vive com Cristo é que promove a elevação de valores materiais em detrimento dos espirituais.
No Reino de Deus, o reino das coisas, jamais superará o valor do humano. Toda essa forma errada de se viver o Natal, parte do interior e tem como consequência o que se vê: Comércio!


Assim, o que tem que mudar não é a colorida e iluminada decoração natalina, mas o interior de cada um. Parece lógico, não é mesmo? Se o é, não entendo porque tanta aversão as comemorações de natal! Todos os anos presencio pregadores conclamarem: Não armem árvores, não coloquem pisca-pisca!  E etc e etc. Nada material é maior que o espiritual, repito. 


Se sou cristã, essas coisas não me contaminam porque a graça de Cristo liberta e santifica o viver. Vejamos o que disse Jesus para os fariseus:


"Não leste o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome? Como entrou na Casa de Deus e comeram os pães da preposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente os sacerdotes?" Mat 12:3,4.


Ora os pães da preposição eram doze pãezinhos de farinha pura, colocados no santuário diante de Deus, e substituídos por novos a cada Sábado. Somente os sacerdotes poderiam comê-los. Mas, Davi estava como fugitivo, há dois dias sem se alimentar, de modo que violou a tradição e pelo que afirma Jesus: ficou sem culpa. Por que? "O material não se sobrepõe ao humano". A vida de Davi era mais importante que a tradição! 


Assim ao entramos na casa de cristãos ou não cristãos e nos depararmos com aquela árvore de natal, esqueçamos a ladainha de que aquilo tudo é adoração ao deus sol. O que de melhor fazemos é dar aquele abraço nos irmãos, saudá-lo com a paz de Cristo e demonstrar que o Natal  se faz presente em nós.  Isso será maior e mais marcante que qualquer exortação sobre proibição de símbolos natalinos. Porque o valor do humano, supera o valor do material.

É isso queridos leitores, aproveitemos bem essa época do ano, para  declaramos nosso amor a parentes, amigos e até inimigos. Com ou sem presentes. Essa é uma boa maneira de mostrar ao mundo o verdadeiro sentido do Natal : O nascimento de Jesus Salvador, na cidade de Belém e em nossos corações.

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